segunda-feira, março 12, 2007

Ahã?! Inclusão digital????


3 a 3 melhor que 2 a 2
Não depende da largura
A entrada é de fora, a de dentro é saída
Já pensou? Estar dentro, nunca fora
Já pensou? Estar dentro, nunca fora
Já pensou?
Uo uo uo uo uo uo uo
3 a 3 melhor que 2 a 2
Invadindo toda rua
Todos fora, indo e vindo
E mais, e mais
Já pensou? Estar dentro, nunca fora
Já pensou? Estar dentro, nunca fora
Já pensou?
Uo uo uo uo uo uo uo
Já pensou?
(Pato Fu - Dentro fora)

quinta-feira, março 08, 2007

quarta-feira, março 07, 2007

E o Tom Wolfe sempre radicalizando a proposta...

Um pouco de New Jornalism, Novo Jornalismo, ou simplesmente, Jornalismo Literário....
- Posso pedir que levantem as mãos aqueles de vcs que estão confiantes que voltrarão do espaço sideral?
Gus e os outros olharam-se e então todos começaram a levantar as mãos. Fazia vc sentir-se realmente idiotalevantar a mão desse jeito. Se vc achasse que "voltaria", então vc teria que ser msm tolo ou doido por ter-se apresentadao como voluntário. Enquanto os sete olhavam-se uns aos outros, sentados lácom as mãos para o alto como escolares, começaram a rir sem graça e então o coração do problema abriu-se sobre eles. Este negócio de "voltar" não era senão um eufemismo para a pergunta: vocês não têm medo de morrer? Essa era a pergunta que essa gente estava rodeando todo o tempo. Era isso o que realmente queriam saber, todos esses repórteres de olhos esbugalhados e seus rastejantes fotográfos resmungadores. Eles não se importavam se os sete astronautas Mercury eram pilotos ou não. Soldados da infantariaou acrobatas dariam no mesmo. A coisa principal era esta: eles tinham se voluntariado para sentar no topo dos foguetes - que sempre explodiam! Eles eram os bravos rapazes que tinham se apresentado numa missão suicida! Eles eram os camicases que iam pegar os russos! e todas as perguntas sobre esposas e filhos e fé e motivos e Bandeira... eram na verdade perguntas sobre viúvas e órfãos... e de como um guerreiro se autoconvence a uma missão na qual ele está marcado para morrer.

(WOLFE, Tom. Os Eleitos. Ed. Rocco, 1991)

segunda-feira, fevereiro 26, 2007

Nóis capota mais n breca...

Bom, na verdade isso aqui é mais um comentário q uma postagem propriamente dita... Como estava sem máquina no momento, fica registrado aqui em palavras. Eu pensei q nunca veria nada do tipo neste carnaval. Um ambiente q de dia é escola de ensino fundamental, mas precisamente do pré a quarta série. No carnaval esta msma escola se transforma em sede de bloco carnavalesco de travestidos "As sapatonas" he he... Todas as noites, principalmente aos fins de semana, a escola, ops, quis dizer, o local dá lugar a um bar. É o brasileiro sempre dando um jeitinho....

quinta-feira, fevereiro 15, 2007

Pout-Porri carnavalesco... afinal, estamos na Bahia!

O pá aí ó! Que som é esse mano, q o povo tá dançando q vem de lá pra cá? td mundo preparado numa mesma confraria pra quebra aê, quebra aê, isso é carnaval de Salvador... Vc vem de lá eu tb vou.
Mas, vamos invadir a la boate, já n pode faltar cachaça! Por incrivel q pareça o amor me pegou, puro e verdadeiro ... Vai durar pra lá de fevereiro... Digo e repito: é na forma da lei q eu vou falar o q eu sei meu irmão: Só papai aguenta...vixe mainha!
Enquanto isso... Cante aí seu cantor, toque aí seu tambor... pq tá td mundo mundo arrepiado curtindo o som do berimbau metalizado. Não me pergunte como toca, como dança esa levada, o que importa é se jogar por essa vida... Sacudir toda poeira do porão, balançar a corda bamba... pendurar o bibelô... Libera, libera, libera, libera! Se o clima tá bom, td mundo dança, td mundo se balança...
Bororó, bororó... Mas só as cabeças, só as cabecinhas! No final das contas, o q importa msm é a felicidade e toda alegria que há de bandeja... Afinal, td mundo sabe q paz, carnaval, futebol, n mata, n engorda e n faz mal... Se joga pra cima então? aí vira sol! Me pega, me leva pra roda pra dançar...
Um ótimo carnaval... Atrás, na frente, no meio, em cima, do lado do trio, na pipoca, na corda, na varanda, no camarote, no arrastão,no outro lado, no intervalo... enfim: em tds os locais em q essa diversidade se manifesta!

quarta-feira, janeiro 31, 2007

Um pouco de Veríssimo...

Em meio à razão... Deve haver alguma sensibilidade...
- Silêncio no estúdio... Rodando!
- Vem, vem meu garanhão...
- Já vou.
- Corta. O que houve Aloísio? a sua fala não é essa.
- Não, é q eu n estava pronto.
- Algum problema?
- Nada, nada.
- Podemos rodar?
- Vamos lá.
- Atenção. Silêncio no estúdio... Rodando!
- Vem meu garanhão...
- Sua, sua...
- Corta. E aí, Aloísio? Sua fala é "sua safadinha". Não tem grilo.
- "Sua safadinha". Tá na mão. Vamos lá.
- Atenção. Silêncio. Rodando!
- Vem, meu garanhão...
- Sua safadinha...
- Safadinha como vc gosta. Vem!
- Minutinho.
- Corta! Aloisio...
- Eu sei, eu sei. Desculpe.
- Você n diz "minutinho". Você tira as calças e deita.
- Certo.
- Qual é o galho?
- É que... Sei lá. Não consigo me concentrar.
- Depois de sua "safadinha" você não tem mais nenhuma fala. É tudo ação. Até o fim da cena. Ela diz: "oh, sim; oh, sim" mas você não diz mais nada.
- Positivo.
- Algum problema com o cinto?
- É que lea diz "meu garanhão" e...
- O quê?
- Eu acho que não vou corresponder a expectativa.
- O que é? Problemas em casa?
- Não. É tudo, entende? A situação do Brasil. A inflação. O desemprego. A dívida externa. Estou preocupado.
- Era só o que me... Você não pode ser sensitivo, Aloísio. Não no seu trabalho.
- O que éque eu vou fazer? Me preocupo.
- Vamos ter q usar o dublê.
- Acho melhor.
- Chamem o Vadão.
- Vadão, acorda Vadão!
- Estamos aí.
- Vadão, você sabe como é a cena. Você diz "sua safadinha" e pumba.
- Pumba. Pode deixar.
- Você quer tempo pra se preparar?
- O que é isso? Estou sempre preparado.
- Deus te abençoe. Vamos lá. Atenção. Silêncio no estúdio... Rodando!... Corta! o que foi Lucimar?
- O que o Aloísio falou. Fiquei nervosa.
- Olhem aqui. De hoje até terminarem as filmagens, ninguém mais nesse elenco lê jornal!

segunda-feira, janeiro 22, 2007

A improbabilidade da comunicação...

Não é sempre q a mensagem consegue (msm se esforçando ao máximo) chegar até o seu verdadeiro receptor... Ela também pode errar o caminho...
- Alô...
- Alô! Priscila, por favor?
- É ela...
- Oi Pri! N está me reconhecendo n? É sua sogra (risos), mãe de Rodrigo!
- Ahã?
- tô ligando pra te convidar pra uma festa!
- Vc vai não é?
A essas alturas do diálogo, a personagem ainda tomada pelo choque...
- Festa? Tenho um monte de trabalho pra fazer, mas se der eu vou sim... (Meu Deus...)
- Então tá. Estou esperando vc lá!
- ...
- Pri?
- Tá, tá... vou fazer o possível... Bj!
- Tchau!
Após desligar o telefone, a cara de espanto era inevitável...
- O que foi Pri?
- Acho q acabaram de ligar pra Priscila errada...

segunda-feira, janeiro 15, 2007

Historinha...


http://www.monica.com.br/

...

Na verdade eu hj n vim postar nada q penso n, mas sim compactuar com uma coisa. Um viva para Gabríel García Marquez! Afinal, "Ninguém que não tenha nascido para isso e esteja disposto a viver só para isso poderia persistir numa profissão tão incompreensível e voraz, cuja obra termina depois de cada notícia, como se fora para sempre, mas que não concede um instante de paz enquanto não torna a começar com mais ardor do que nunca no minuto seguinte."
http://www.rolim.com.br/2002/modules.php?name=News&file=article&sid=11

segunda-feira, janeiro 08, 2007

Figuras & figuras...

Em pleno domingo, dia de almoço com a família dá pra sentir o qt é legal vc perceber q apesar no msm dna cada um é cada um, q no final das contas forma uma tipo de "gente" q age confluenciado com essa fusão diversa de idéias, modos, jeitos, preferências....
É cada tipo de pessoa q vc ver por aí... Do mais louco ao mais certinho; sério, palhaço, tímido, calado, extrovertido. Uns vendem, outros compram, alguns circulam, muitos conversam, tds vivem. Como diria Raul... "gente é tão louca, no entanto tem sempre razão"... Talvez essa razão seja ser essa pessoa. Td mundo tem nariz, boca, ouvido e outras coisas mais, porém são diversos, intensos ou discretos, enfim, gente.
Conviver com tanta diversidade as vezes é algo confuso, complexo, mas n deixa de ser tb uma coisa maravilhosa, interacional, experiência demarcada pela vida. Uma espécie de essência, sabe? Afinal, homem algum é uma ilha... Se fosse ilha, esta n seria um paraíso tão desejado nas férias... ng merece solidão... Ainda bem q as pessas são diferentes. Cada uma com seu jeito, modo, forma, conteúdo. Ia ser mt chato ter q conviver apenas com vc msm... Com quem iríamos discutir, compartilhar o q configura a nossa personalidade? N dá pra imaginar... Afinal, "gente nasceu pra querer" ser, pelo ou menos, aquilo que está afim ou com vontade...

sábado, janeiro 06, 2007

POr qUê?

Tem dias q vc acorda e se pergunta: por que esse despertador tinha q tocar logo agora? Lá se vai meu sonho de férias num paraíso afrodisíaco eqüidistante. Mas aí no msm tempo bate a consciência prática e a obviedade da resposta... Levanta! hora do trampo...
Muitos porquês rodeiam nossa vida. Quando pequenos, azucrinamos a paciência de td mundo, dando uma de Serafina com perguntas do tipo: por que o céu é azul? por que nascemos? por que ele têm e eu não tenho? por que um dia vamos morrer? por que não posso comer chocolate antes do almoço?
Em meio à tantos porquês, com o passar do tempo aquela coisa decartiana de "penso, logo existo" transborda o nível das perguntas. Nesse sentido, a interrogação é quase parte inseparável da condição humana. Fui profunda, não? Por que será? Opa... olha ele aí de novo...
Chegamos num lugar q n é mt a nossa cara e junto com elevem o complexo de peixinho fora d'água, vem o porquê do tipo "o q é q eu estou fazendo aqui?". Dia de chuva, vc completamente atrasado e no ponto de ônibus é vítima daquele clássico banho de lama. Por quê? Logo hj... Quando acontece algo q n deveria acontecer, lá vem o porquê (essa até rimou!). Uma pessoa legal, gente boa... Mas por que isso foi logo acontecer com ele? A grana do mês, antes msm do dia 5, vc n vê nem mais vestígio ou muito menos uma terna lembrança... Por quê?
Ainda tem mais... Aquele carinha ou aquela beldade te deu o maior fora... Vem logo à sua mente o "por que n eu" do Leoni. Bom, pelo ou menso restou o vinho q vc tinha comprado pra o jantar. Se vc reconhece ou já passou por uma ou mais dessas situações e teve uma sensação de familiaridade com os relatos, tudo isso pode ser umamera coincidência... Por que msm, hein?
Podem existir explicações místicas, filosóficas, ligadas à crenças religiosas, questões lógicas e científicas, inconstantes, insanas, imprevisíveis. Destino? Talvez. Deus quis assim... Quem sabe? A verdade é q há sempre uma resposta,por mais escondida e misteriosa q ela seja.Infinitas podem ser as perguntas, mas o porquê das coisas te atiça, desconfia, incita-o a ir em busca dessa verdade. Afinal, se n houvessem as dúvidas, quem iria querer saber das respostas?
A gramática normativa pode atépragmatizar a aplicação do porquê junto, separado, com acento, sem acento. Porém,o porquê q aqui se fala é aquele q n te questiona apenas por que vc n foi a festa (faz de conta q eu esqueci o travessão e a interrogação), mas sim, por que vc está lendo isso agora? Quando souber, me explica...